O espetáculo dessa vez chama-se Primeiro Comando de Portugal (PCP). Isso mesmo, uma referência ao Primeiro Comando da Capital (PCC) de São Paulo.
Essa história começou quando uma repórter de um jornal

O grupo se instalou em Setúbal, na Margem Sul do Rio Tejo e de acordo com a repórter “pratica crimes violentos, como assaltos a joalheiras e até assassinatos”.
Ainda de acordo com o jornal, um dos elementos do Primeiro Comando de Portugal é Edivaldo Rodrigues, de 20 anos, que já tem passagens pela polícia e está ilegal em Portugal.
A maioria das pessoas citadas como integrantes do grupo possui perfil no Orkut.
Eu estive a olhar os tais perfis dos cidadãos. Não descarto a possibilidade que eles sejam realmente marginais e pratiquem tais atos de violência, mas daí a criarem uma polémica tão grande de um grupo organizado, já é demais!
Em meio a tamanha polêmica que se criou no país, o secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança, Leonel Carvalho, foi sensato.
O Secretário reconhece a existência desses grupos de jovens que comentem crimes, porém, desvaloriza a dimensão da organização e afirmou:
“Os jovens oriundos do Brasil são uma população bastante reduzida. Se algum grupo destes jovens se organizar, será por brincadeira”
Como é hábito em Portugal, eu e vários outros brasileiros tivemos que ouvir as chacotas a respeito da exportação de violência e toda aquela ladainha de que brasileiro é malandro e só vem para cá para roubar.
Não posso fazer nada, já que realmente existem aqueles que fazem jus a fama!
Só podemos exigir do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que a cobrança sobre os que estão ilegais e “fichados” sejam deportados ou cumpram as leis mais severamente.